Anemia: falciforme, sintomas, ferropriva, perniciosa, hemolitica

Anemia: falciforme, sintomas, ferropriva, perniciosa, hemolitica

A anemia falciforme (AF) trata-se de uma doença do tipo hereditária que provoca hermácias malformadas, assumindo formas similares a foices (daí veio o nome da doença).

Informe-se sobre esse tema logo abaixo e em revistas especializadas, como as da Editora Abril.

Causa

A anemia falciforme é causada pelapresença em quantidades excessivas e exageradas de hermácias malformadas no seu organismo.

Tratando-se de pessoas normais, que não possuam esta doença, as células responsáveis pelo transportes de gases – as hermácias, possuem uma forma redonda e meio que inclinada nas pontas. São constituídas por moléculas do topo hemoglobino (responsáveis por auxiliarem as ligações que envolvam gases).

Sintomas

Os principais sintomas são a palidez, fadiga acumulada e instantânea e astenias, encontradas mais constantemente nas mucosas e conjuntivas.

Em casos de Anemia Falciforme mais graves e em estágios mais avançados, são perceptíveis ainda vastos períodos de dor intensa, por períodos reduzidos, mas muito intensos.

Tratamento

O único tratamento fiável na atualidade para combater a anemia falciforme são os transplante de medula óssela, complicadas e perigosas operações, que requerem muita preparação pré e pós operatório.

Até ao momento, é ainda pequena a lista de pessoas que já se tenham submetido a esta operação, por todo o mundo. O maior número de casos de sucesso se situa quando tratamos de crianças, com idades compreendidas entre os 2 e os 12 anos.

Todos os dias podemos constatar, que este tipo de operações ainda necessita um maior e mais elaborado estudo de probabilidades e possibilidades e também necessita ser criada uma metodologia de trabalho mais eficiente, eficaz e segura.

Nos últimos tempos, variadas experiências têm sido realizadas com terapias genéticas como meio de combate e tratamento à doença.

Surpreendentemente, os resultados têm sido muito satisfatórios, marcando uma tremenda evolução e progressão nos métodos científicos e nos seus estudos.

Recorrendo a um ponto de vista medicinal e clínico, uma quimioterapia inibidora de ribonucleotidase, recorrendo a hidroxiuréia poderá se tornar num futuro próximo uma excelente ajuda no combate à doença e consequente tratamento. Tornando assim menos dolorosos os efeitos da síndrome torácica agravada e dando um alavancamento num consequente tratamento.

No decorrer de períodos de crises frequentes, é aconselhável a administração de meios de hidratação analgésica e intravenosa, de preferência recorrendo a opióides. Recomenda-se ainda a não utilização de dolantina, um desses opióides da espécie endovenosa, porque já se comprovou cientificamente aumenta substancialmente e gradualmente os riscos elevados de dependência da medicação, o que não é, de todo, um avanço ou progresso no combate à doença Anemia falciforme, tratando-se até de um retrocesso.

Uma preocupação que deverá ter é que, na generalidade dos casos, a essas complicações, servindo como uma espécie de presságio, seguem-se complicações de dimensões ainda mais elevadas e preocupantes, como por exemplo, a síndrome torácica aguda.

Para tratar essa complicação, evite ao máximo a super hidratação e super sedação e se preocupar em dar prioridade à fisioterapia ao nível do sistema respiratório.

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